24/11/2020

Fundación Elecnor ha firmado un convenio de colaboración con Deusto Business School con el objetivo de impulsar y fomentar el emprendimiento como vehículo de la innovación, uno de los paradigmas de la nueva economía, a través del Programa de Liderazgo Corporativo en Emprendimiento e Innovación (PLCE).

Los profesionales que cursan este programa, impartido conjuntamente por Deusto Business School e ICADE Business School, y que está iniciando su octava edición, conocerán las iniciativas emprendedoras más vanguardistas de las grandes corporaciones explicadas por los ejecutivos que las han liderado.

Los objetivos formativos de este programa, que son emprendimiento e innovación, son dos de las principales áreas de conocimiento de la escuela de negocios de la Universidad de Deusto, que también tiene entre sus propósitos el de fortalecer los lazos con el tejido empresarial, social e institucional. Según Almudena Eizaguirre, directora general de Deusto Business School, "el emprendimiento y la innovación son palancas que contribuyen a la transformación y adaptación de las organizaciones en sus intentos de dar respuesta a los nuevos retos de mercado y de entorno".   

Por su parte, el presidente de Fundación Elecnor, Fernando Azaola, ha señalado que “La innovación es uno de los elementos que nos definen y venimos aplicándola en nuestros proyectos de Infraestructura Social en América y África desde el 2010. La Responsabilidad Social Corporativa está migrando desde lo asistencial a la innovación social o emprendimiento social. En este caso, junto con Deusto Business School, queremos colaborar en la formación de futuros líderes que serán los responsables de construir una sociedad innovadora para generaciones futuras, dentro del marco de los Objetivos de Desarrollo Sostenible.”

El profesorado del PLCE está integrado por destacados expertos como el fundador del Grupo Barrabés, Carlos Barrabés; el presidente del Círculo de Empresarios, John de Zulueta; la cofundadora y presidenta de la Fundación Open Value, María Ángeles León; la directora de Google Campus, Sofía Benjumea o el Director de Telefónica Open Future (WAYRA), Miguel Arias, entre otros muchos profesores y expertos en el mundo del emprendimiento y la innovación.


11/11/2020

El grupo español de infraestructuras, energía, servicios y telecomunicaciones Elecnor se ha adjudicado un nuevo contrato para desplegar fibra óptica en Reino Unido por 55 millones de euros. Se trata del segundo acuerdo de este tipo que ha alcanzado Elecnor en este país en menos de un año.

IQA, la filial de Elecnor en el país desde 2012, ha firmado un contrato con CityFibre, el principal operador de banda ancha alternativo del país, para construir una red de fibra óptica en North Tyneside, en el noreste de Inglaterra. El despliegue impulsará la productividad y la innovación en los negocios, mejorando el dinamismo económico de toda la comunidad, gracias a una infraestructura que permitirá un servicio de 1.000 megabytes por segundo y que llegará a 109.000 hogares

Antonio Henarejos, Managing Director de IQA, ha señalado: “Estamos muy entusiasmados de poder trabajar en este proyecto para CityFibre en North Tyneside después de nuestra experiencia previa en Newcastle. Es magnífico ser parte de un proyecto que transforma la experiencia digital de la comunidad proporcionándole una banda ancha más estable y eficiente”.

La filial del grupo Elecnor afianza con este nuevo proyecto su presencia en el plan de desarrollo de fibra óptica que Reino Unido está realizando y demuestra estar a la vanguardia para cubrir las demandas de servicios actuales, además de convertirse en uno de los socios de referencia para CityFibre. La previa experiencia de Elecnor en la construcción de las infraestructuras necesarias para el despliegue en países como España o Italia constituye una valiosa experiencia en el área de telecomunicaciones con mucho potencial de crecimiento en el mercado británico. Ya a finales de 2019, IQA se adjudicó otro contrato con CityFibre para hacer un despliegue similar en Newcastle por 66 millones de euros. 

Los trabajos promovidos por CityFibre se enmarcan en un macroproyecto que Reino Unido está desarrollando para llevar la fibra óptica a todo el país, ya que en estos momentos esta red apenas llega al 10% de los hogares frente al 80% que se alcanza en España.  En este contexto, CityFibre se ha convertido el principal operador de banda ancha alternativo de Reino Unido. La compañía ha anunciado una inversión de 1,5 billones de libras para construir instalaciones de despliegue de fibra en 27 ciudades.

03/11/2020

O Grupo de infraestruturas, energia, serviços e telecomunicações Elecnor encerrou os nove primeiros meses de 2020 com um lucro líquido consolidado de 55,9 milhões de euros, o que representa uma leve redução de 2,1% em relação aos 57 milhões alcançados no mesmo período do exercício anterior. Esse desfecho diz respeito ao impacto da crise da COVID-19 sobre as operações desde meados do mês de março, uma situação que, de certa forma, foi mitigada pela diversificação geográfica e de negócios do Grupo.  Entretanto, no terceiro trimestre observou-se um melhor comportamento das atividades desenvolvidas pelos negócios da Elecnor, o que possibilitou passar de uma contração do resultado de -9,1% nos seis primeiros meses do exercício para os supracitados -2,1% nos nove primeiros meses. 



O desempenho dos negócios do Grupo durante a crise está demonstrando a natureza básica e essencial de suas operações. O Negócio de Infraestrutura está desenvolvendo uma ampla gama de serviços que foram afetados durante o primeiro semestre, mas que, devido à sua natureza essencial, viram suas operações serem normalizadas no terceiro trimestre. Além disso, está desenvolvendo projetos chave na mão em diferentes setores e países, especialmente no setor energético, onde os investimentos têm continuado. O impacto sobre a atividade do Negócio Concessional tem sido moderado desde que a maior parte dos ativos está em operação. Estes ativos tiveram um bom desempenho, apesar do impacto na demonstração de resultados da depreciação das moedas em que operam.


Conforme Rafael Martín de Bustamante, conselheiro delegado da Elecnor, indica: “A prioridade do Grupo, durante todos esses meses, foi garantir a segurança de seus funcionários, clientes e fornecedores, assim como consolidar a solidez do balanço. Com esses objetivos, a Elecnor vem implementando uma série de medidas de contenção de custos e de flexibilização dos empregos que vêm permitindo mitigar os riscos que enfrentamos. Este plano possibilitou recuperar de forma gradual a operação plena da folha de pagamento e, graças a isso, os negócios continuam gerando um sólido cash-flow operacional, reforçando nossa situação financeira. Além disso, a empresa conta com linhas de financiamento disponíveis por valores previsivelmente suficientes para enfrentar o risco de liquidez na atual conjuntura.


Em face ao encerramento do exercício 2020, o Grupo Elecnor, apoiado em sua sólida carteira de contratos e na diversificação geográfica e de atividades, confia que seus negócios alcancem cifras similares às do ano anterior. Da mesma forma, que irão refletir que se considera que a recuperabilidade dos investimentos não será comprometida pelos efeitos da situação provocada pela pandemia.


Volume de negócios ligeiramente menor e uma carteira de produção em crescimento 

Em 30 de setembro de 2020, as vendas consolidadas do Grupo alcançavam 1,612 bilhão de euros (frente a 1,671 bilhão em 9M19). Deste montante, o mercado doméstico representa 52% (47% no mesmo período do ano anterior) sendo que o restante, 48%, é gerado internacionalmente (frente a 53% de 12 meses atrás).  No detalhamento deste valor de receitas, 95% corresponde ao Negócio de Infraestruturas, enquanto os demais 5% correspondem ao Negócio de Concessões. 

 

O bom comportamento do Negócio de Infraestruturas durante o último trimestre permitiu recuperar em grande medida o impacto da crise sanitária, que lhe afetou desde meados de março.

No mercado nacional, o volume de vendas conseguiu alcançar taxas de crescimento positivas graças ao compromisso mostrado por nossos principais clientes de serviços, que mantiveram ou até adiantaram seus planos de investimento em antecipação às oportunidades derivadas do Plano Nacional Integrado de Energia e Clima (PNIEC) 2021-2030. Além disso, durante este período foram executados trabalhos de construção de parques eólicos na Galícia e em Zaragoza, bem como de parques solares fotovoltaicos em Ciudad Real e Cáceres.


No mercado internacional, onde as emergências foram sendo declaradas de forma escalonada nos países em que o Grupo atua, cabe destacar a evolução positiva da construção de linhas de transmissão elétrica no Brasil e no Chile, assim como das filiais norte-americanas (Hawkeye e Belco). Os grandes projetos de energia solar na Austrália, que serão desenvolvidos neste exercício, não foram iniciados neste período, de modo que a sua contribuição ocorrerá nos últimos meses do ano.


O Negócio de Concessões vê mitigado o efeito da desvalorização das moedas nas quais o Grupo opera seus ativos, especialmente no Brasil e no Chile, devido ao maior recurso eólico disponível no Brasil neste período do exercício, mantendo-se a estabilidade dos resultados do resto das empresas deste negócio. O Grupo opera com 5.740 km de linhas de transmissão elétrica no Chile e no Brasil, e participa em 1.744 MW de energia renovável em exploração e construção na Espanha, Brasil, Canadá, Colômbia e Austrália.


O portfólio de contratos assinados até 30 de setembro e pendentes de execução nos próximos 12 meses, aumentou para 2,316 bilhões de euros (em comparação aos 2,223 bilhões de euros do encerramento de 2019), representando um aumento de 4,2%. Desse valor atual, 74% correspondem ao mercado internacional e 26% ao mercado nacional. A contratação nacional se viu favorecida pelos parques fotovoltaicos promovidos e parques eólicos, enquanto que carteira internacional inclui importantes contratos no Brasil, Angola, Estados Unidos e Itália.