18/09/2020

El grupo español de infraestructuras, energía, servicios y telecomunicaciones Elecnor, se ha adjudicado en México recientemente un contrato para la construcción del Parque Eólico Coromuel por 28,8 millones de euros (32 millones de dólares). 

Elecnor ha sido seleccionada para este proyecto por Eurus Energy, una empresa japonesa con sucursal en San Diego y participada por Toyota y Tokyo Electric Power. El Parque Eólico Coromuel tiene un inversión total estimada en 100 millones de dólares, de los que Eurus Energy financiará un 50% y el Banco de Desarrollo de Japón aportará la otra mitad. 

El parque eólico, que tendrá una potencia de 56 megavatios (MW), estará ubicado en el desierto de Baja California Sur, a unos 40 kilómetros de La Paz, capital de la región. Se instalarán 20 aerogeneradores de General Electric de 2,8 MW y se construirán 20 km de viales y más de 20 km de redes de media tensión aérea y subterránea. El contrato también incluye la construcción de dos subestaciones eléctricas de 115 kV y la instalación de 120 km de tendido para conectar las torres de alta tensión (OPWG). Actualmente, el proyecto se encuentra en fase de construcción de cimentaciones de los aerogeneradores, caminos y plataformas.

Se trata de un proyecto de gran relevancia, ya que tendrá un gran impacto en el modelo de generación energética de la zona. En estos momentos, el sistema de interconexión de Baja California Sur está aislado del resto de la infraestructura del país. A diferencia del sistema de la mayor parte de México, en Baja California la generación de energía procede fundamentalmente de fuentes fósiles. El creciente desarrollo turístico de la región ha provocado un importante incremento de la demanda que el actual sistema no ha sido capaz de absorber y atender. De esta forma, el Parque Eólico Coromuel aumentará la capacidad energética de la región, evitando situaciones de colapso del sistema y disminuyendo al mismo tiempo su dependencia de fuentes fósiles. 

Elecnor inició su actividad en México en 1992. A lo largo de este tiempo ha construido todo tipo de infraestructuras, desde líneas de transmisión eléctricas hasta gaseoductos y centrales hidroeléctricas. La adjudicación del contrato para la construcción del Parque Eólico Coromuel es una muestra más de la confianza del sector empresarial en el Grupo y fortalece su presencia en el país norteamericano. 


16/09/2020

Elecnor, groupe espagnol d'infrastructures, énergie, services et télécommunications, poursuit son expansion sur le marché latino-américain en remportant son primeiro contrato renovável en Colombie. Le projet consiste en la construction du parc éolien Guajira I, d'une puissance de 20 MW, pour un investissement de 31,7 millions d'euros. Ce parc est situé dans la commune d'Utibia, une zone située au nord du département de la Guajira qui offre des ressources éoliennes extraordinaires. 

Dans le cadre du contrat EPC, Elecnor prend en charge toute l'ingénierie de détail, l'approvisionnement onshore et offshore ainsi que la construction intégrale du parc. Ce parc sera doté de 10 turbines Vestas de 78 mètres de hauteur et d'une puissance unitaire de 2 MW chacune, qui seront reliées à un poste électrique élévateur. 

Guajira I est le deuxième parc éolien appelé à se développer en Colombie après la construction du parc de Jepírachi, mis en marche en avril 2004. Avec ce projet, le gouvernement colombien confirme son pari de miser sur l'énergie éolienne. Elecnor développera le parc pour le compte d'ISAGEN, société privée de production et de commercialisation d'énergie, dont l'actionnaire majoritaire est BRE Colombia Hydro Investments Ltd. 

Actuellement, le Groupe Elecnor dispose soit en exploitation, soit en construction, de 1 744 mégawatts (MW) d'énergie renouvelable. En outre, grâce à la construction de ce parc, Elecnor renforce sa place de société internationale leader en projets clés en main par le biais de contrats EPC (Engineering, procurement and construction)



30/07/2020
  • A Elecnor obteve um lucro de 1,014 bilhões de euros no primeiro semestre de 2020
  • O portfólio de contratos pendentes de execução em 12 meses foi de 2,268 bilhões, 2% a mais que no fim de 2019
  • O Grupo está confiante de que a situação se estabilizará nos próximos meses, e que a força da Elecnor permita recuperar a trajetória de crescimento o mais rapidamente possível, com a expectativa de que o segundo semestre supere os bons resultados do primeiro

O Grupo de infraestruturas, energia, serviços e telecomunicações Elecnor encerrou o primeiro semestre de 2020 com um lucro líquido consolidado de 33,8 milhões de euros, o que representa uma redução de 9,1% em relação aos 37,1 milhões alcançados no mesmo período do exercício anterior. Esse desfecho diz respeito ao impacto da crise da COVID-19 sobre as operações a partir do mês de março, uma situação que, de certa forma, foi mitigada pela diversificação geográfica e de negócios do Grupo.  

Os efeitos da crise em 2020 são diferentes nos dois tipos de negócios que compõem Grupo. Assim, estima-se que sobre a atividade do Negócio de concessões eles serão moderados, pois a maior parte dos ativos está em operação. Nos seis primeiros meses do ano, esse ramo de atividade teve um bom desempenho, apesar do impacto da depreciação das moedas dos países em que opera. Por sua vez, o Negócio de infraestruturas desenvolve uma ampla variedade de atividades que serão afetadas de diversas formas, já que muitas delas são consideradas de caráter essencial.

De acordo com Rafael Martín de Bustamante, conselheiro delegado da Elecnor, “A empresa tomou todas as medidas necessárias para enfrentar a pandemia, protegendo a saúde e a segurança de nossos funcionários, a continuidade das operações e nossos planos de negócios. O plano de contingência estabelecido no primeiro trimestre nos permitiu enfrentar a situação atual com solvência e nos situarmos em uma posição de força financeira para o restante do exercício. O Grupo Elecnor, além de melhorar progressivamente suas condições de liquidez, encontra-se em uma boa situação para aproveitar seu posicionamento, tanto de negócio quanto geograficamente, e recuperar sua trajetória de crescimento assim que a normalidade da atividade econômica for restabelecida”.

 Grupo está confiante de que a situação se estabilizará nos próximos meses, e que a força da Elecnor permitirá recuperar as previsões de crescimento o mais rapidamente possível, com a expectativa de que o segundo semestre supere os bons resultados alcançados no primeiro.


Volume de negócios ligeiramente menor e uma carteira de contratos em crescimento 

Em 30 de junho, as vendas consolidadas da Elecnor alcançaram os 1,014 bilhões de euros (frente aos 1,091 bilhões do primeiro semestre de 2019 – 1S19). Das receitas totais, o mercado interior representa 52% (45% no mesmo período do ano anterior) e os demais, 48% é produzido internacionalmente (frente a 55% do ano anterior). Os valores se inverteram porque o comissionamento dos principais projetos no exterior será realizado na segunda metade do exercício.

No detalhamento do volume de negócios, 94% corresponde ao Negócio de Infraestruturas, enquanto os demais 6% correspondem ao Negócio de Concessões. 

O portfólio de contratos assinados até 30 de junho e pendentes de execução nos próximos 12 meses, aumentou para 2,268 bilhões de euros (em comparação aos 2,223 bilhões de euros do fechamento de 2019), representando um aumento de 2% graças, principalmente, ao bom desempenho na Espanha. Desse valor atual, 74% correspondem ao mercado internacional e 26% ao mercado nacional. A contratação nacional aumentou em razão da atividade fotovoltaica, dos parques eólicos na Galícia etc. e a internacional é composta por contratos importantes no Chile, Noruega, Brasil, Angola e Estados Unidos.

Para o encerramento do exercício de 2020, a Elecnor continua avaliando o impacto causado pela crise de saúde. O Grupo dispõe de linhas de financiamento disponíveis por valores suficientes para enfrentar o risco de liquidez na situação atual. Por exemplo, com a renovação recente de um programa de notas promissórias ou com a assinatura da primeira linha de “garantias verdes” com a Société Générale. 

Apesar das incertezas mundiais, a empresa confia que as partes essenciais do negócio não serão especialmente afetadas. Em primeiro lugar, no negócio de concessões, a maior parte dos ativos está em operação, e não está previsto que a crise afete a rentabilidade daqueles em andamento. Em segundo, mais da metade dos negócios na Espanha é considerada atividade essencial e, em terceiro, no mercado exterior muitos dos projetos em andamento são de caráter estratégico para os países que os desenvolvem.


Ações para a COVID-19

Nesse ambiente complicado, o Grupo vem implementando uma série de medidas de contenção de custos e de flexibilização dos empregos, o que permite atenuar os riscos que enfrentamos. Este plano permitiu recuperar de forma gradual a operação plena da folha de pagamento na medida em que a normalidade da atividade econômica seja restabelecida.

De qualquer forma, o Grupo, que opera globalmente, avalia constantemente seus gastos operacionais para reduzir os cortes discricionais, e está considerando atrasar aqueles investimentos considerados de menor importância com o objetivo de resguardar a liquidez nesse período de incertezas.

Nos documentos e links a seguir encontram-se detalhadas todas as ações que o Comitê COVID-19 do Grupo desenvolveu nos últimos meses:


Relatório de Gestão 

Apresentação dos Resultados

Web Corporativa