22/05/2019
A Assembleia Geral de Acionistas da Elecnor, realizada hoje em Madri, aprovou por ampla maioria as contas correspondentes ao exercício fiscal de 2018, bem como todos os itens propostos na pauta do dia.

O presidente do grupo, Jaime Real de Asúa, anunciou em seu discurso que a Elecnor distribuirá entre seus acionistas um dividendo referente ao exercício fiscal de 2018, que será 7,1% superior ao de 2017. Esse dividendo é um pagamento relacionado ao resultado consolidado de 36%, um ponto a mais que nos últimos anos. Tudo isso endossa, como afirmou Real de Asúa, "a continuidade de nossa política de sustentabilidade em relação à remuneração, com pagamentos ininterruptos e sempre em dinheiro".

O dividendo total por ação aumentou para 0,307293 euros, dos quais 0,05512 já foram distribuídos. Em 12 de junho, os 0,252173 euros restantes por título serão pagos como dividendo complementar.

Em referência à rentabilidade obtida, Real de Asúa ressaltou que a empresa conseguiu "manter a cotação estável no exercício fiscal anterior, ano em que o mercado de ações foi especialmente desafiador para as grandes empresas espanholas. O preço de fechamento em 31 de dezembro de 2018 foi de 13,20 euros por ação, comparado a 13,29 no ano anterior. Esse comportamento superou o Ibex-35, que, em 2018, teve uma queda significativa de 15%".

2018: solidez e crescimento

A Elecnor obteve um lucro líquido consolidado de 74,3 milhões de euros em 2018, o que representou um aumento de 4,3% em comparação com os 71,2 milhões em 2017. De acordo com o EBITDA normalizado, o Grupo Elecnor atingiu 338,6 milhões de euros, o que representa um crescimento de 3,7% em relação ao EBITDA normalizado registrado em 2017.

O valor de vendas alcançado pelo Grupo atingiu 2.273,1 bilhões de euros. Na distribuição do volume de negócios por áreas geográficas, o mercado internacional representa 57% do total e o mercado nacional, 43%.

A geração positiva de caixa nos negócios que compõem o Grupo Elecnor favoreceu o bom desempenho da dívida líquida corporativa do Grupo, que foi reduzida em 38%, passando de 223 milhões em 2017 para 138 milhões em 2018.

Recursos humanos

O grupo criou 707 novos empregos na Espanha em 2018, alcançando uma folha de pagamento mundial de 13.889 pessoas.

O compromisso da Elecnor reflete-se no seu Plano de Igualdade que impulsiona diversos eixos: treinamento, remuneração, comunicação, seleção, conciliação e melhorias na proteção social. Além disso, o Grupo tem uma Política de Compliance e controles internos para garantir a não discriminação.

Recentemente, a Elecnor recebeu a Certificação do seu Sistema de Conformidade de acordo com a norma UNE 19601 "Sistemas de gestão de compliance penal", a principal referência na Espanha para projetar e articular sistemas de prevenção de riscos criminais e totalmente inspirada pelos mais altos padrões internacionais neste setor. Este novo reconhecimento soma-se à obtenção, no início de 2018, do certificado AENOR de Sistemas de Gestão Antissuborno de acordo com a norma UNE-ISO 37001, o primeiro e mais exigente padrão internacional de certificação de planejamento de sistemas de gestão neste campo.

Cumprindo os objetivos de 2019

Os dados do primeiro trimestre de 2019 possibilitam que o Grupo Elecnor mantenha seus objetivos para 2019. 

O portfólio de contratos pendentes de execução teve um aumento de 4,1% em 31 de março de 2019. O montante cresceu de aproximadamente 2,320 bilhões de euros em comparação aos 2,229 bilhões em 31 de dezembro de 2018. Desse valor, 77% corresponde ao mercado internacional e 23% ao mercado nacional.

Acordos da Assembleia de Acionistas 

A Assembleia de Acionistas também aprovou diversas propostas relativas ao Conselho de Administração. Assim, a reeleição dos membros do Conselho de Administração foi votada: Cristóbal González de Aguilar Alonso-Urquijo como conselheiro dominical e Isabel Dutilh Carvajal e Emilio Ybarra Aznar como conselheiros independentes. 
16/05/2019
A Elecnor adjudicou um contrato de 47 milhões de euros para a construção de 6 parques eólicos em Saragoça. Esses parques, promovidos pela Forestalia, atingirão um total de 231 MW de potência instalada e incluirão a construção de 3 subestações de 132/30 kV e 2 linhas de evacuação de 132 kV. Os 6 parques fazem parte do Projeto Phoenix, do qual participam a ENGIE, a Mirova e a Forestalia. A GE Renewable Energy é a fornecedora de tecnologia para projeto, que é financiado pelo JP Morgan, pelo Santander Corporate & Investment Banking e pelo Banco Sabadell. 

A previsão de conclusão dos trabalhos de construção é para novembro deste ano. O escopo de atuação da Elecnor inclui estudos e obras preliminares, obras civis para o desenvolvimento dos parques eólicos, obras elétricas e a construção de 3 subestações e 2 linhas de evacuação. A energia elétrica gerada pelas turbinas eólicas será transportada até as subestações por meio de uma rede subterrânea de 30 kV, o que aumentará a potência gerada de 30 kV para 132 kV.

Os parques eólicos Monlora I, Monlora II, Monlora III, Monlora IV, Monlora V e La Sarda, que juntos somam 61 aerogeradores com uma potência unitária de 3,83 MW, serão instalados nos municípios de Serra de Luna, Luna, Las Pedrosas e Castejón de Valdejasa, na região de Cinco Villas, cerca de 60 km a nordeste de Saragoça. O conjunto de 6 parques custará 35 milhões de euros durante suas três décadas de vida útil, tanto em impostos municipais quanto em receita para os arrendatários dos terrenos.

13/05/2019
Elecnor a conclu un accord stratégique avec Vinccler, société internationale d'ingénierie et de construction, pour se lancer dans l'activité du pétrole et du gaz en Équateur. Le groupe espagnol est donc entré à hauteur de 30 % au capital de Wayra Energy S.A., filiale de Vinccler présente en Équateur. L'objectif de l'opération est de mener à bien conjointement les projets qui ont été confiés à cette société par le gouvernement équatorien dans le cadre de contrats signés avec l'entreprise publique équatorienne Petroamazonas EP. Cet accord marque les débuts d'Elecnor dans l'exploitation pétrolière, à l'échelle nationale et internationale.

Le champ Paka Norte a été attribué à Wayra Energy suite à l'appel d'offres « Campos Menores 2017 » lancé par Petroamazonas EP en République équatorienne. Et en 2018, Wayra Energy remportait deux autres champs matures, Oso et Yuralpa, dans le cadre de l'appel d'offres « Oil & Gas 2018 ».

L'objectif est d'accroître de 30,7 millions de barils la production de ces champs pétroliers attribués à Wayra Energy, entreprise dont Elecnor détient dorénavant 30 %, dans le cadre d'un contrat de services sur dix ans. Pour ce faire, 52 puits seront forés ou réactivés. Les investissements réalisés pour cette opération s'élèveront à 332 millions de dollars (soit environ 276 millions d'euros) pour la modernisation ou la mise en marche de ces puits. 

Elecnor en Équateur

Elecnor, filiale du Groupe Elecnor, est une entreprise équatorienne créée en 1975. Depuis ses débuts, elle bénéficie d'une réputation d'excellence dans les projets « clés en main » (EPC – ingénierie, approvisionnement et construction) dans les domaines suivants : lignes de transport électrique à 230 et 138 kV, lignes de sous-transport électrique à 69 kV, lignes de distribution à 13,2 kV, postes électriques et éclairages.